Porto Alegre · atuação nacional

Estruturação de crédito para empresas

Bancos de primeira e segunda linha, fundos de crédito privado e cartas contempladas — em uma única mesa. Você recebe propostas comparáveis, com custo efetivo total explícito, e decide com o quadro completo à frente.

+R$ 500 miVolume estruturado em operações de crédito
+60Operações concluídas
+26Instituições e fundos na mesa
4 frentesMercados consultados em paralelo para a mesma operação

O que estruturamos

Cinco caminhos para colocar capital no seu negócio

Cada operação tem uma estrutura que a resolve melhor. Abaixo estão as frentes que rodamos com mais frequência — e o cenário em que cada uma costuma ser a resposta certa.

Menor custo efetivo total

Cartas contempladas com entrada

Crédito já contemplado, disponível para aquisição imediata ou capital de giro. A entrada reduz o montante financiado e leva o custo efetivo total ao menor patamar que trabalhamos — a partir de 0,7% ao mês conforme o caso.

Entrada coberta por fundo

Cartas contempladas sem entrada

Para quem precisa preservar o caixa. Um fundo de crédito privado cobre a entrada no lugar do cliente, e o crédito fica disponível sem desembolso inicial.

Ativo rural ou operacional

Fluxo de caixa para área rural

Produtores e empresas com ativos rurais ou áreas operacionais podem gerar caixa a partir de cartas contempladas, sem desembolso inicial.

+20 instituições

Home Equity

Crédito com garantia de imóvel, submetido em paralelo a mais de vinte instituições. Prazos longos e as menores taxas do crédito com garantia real.

Pessoa física e jurídica

Financiamento imobiliário

Aquisição, construção e reforma, com comparação entre as linhas disponíveis e leitura de enquadramento antes da submissão.

As condições variam conforme perfil, garantia e enquadramento. O custo efetivo total de cada alternativa é apresentado antes de qualquer aceite.

A mesa completa

Quatro frentes para a mesma demanda

A mesma operação submetida a mercados diferentes retorna condições diferentes. Rodamos as quatro em paralelo e trazemos o comparativo.

01

Bancos de primeira linha

Bradesco, Santander, Itaú e demais grandes. Melhor custo quando a estrutura fecha, em troca de exigência maior de garantia, histórico e enquadramento.

02

Bancos de segunda linha

Inter, Bari, CashMe e afins. Mais flexibilidade em perfil e em garantia, e enquadramento possível em operações que não fecham nas grandes casas.

03

Fundos de crédito privado

Estruturas desenhadas caso a caso, para operações que não cabem no balcão bancário, incluindo garantias e perfis menos convencionais.

04

Cartas contempladas

Cartas de crédito já contempladas, com ou sem entrada. O custo é formado por taxa de administração e fundo de reserva, sem incidência de juros — e quando não há entrada, ela é coberta pelo fundo de crédito privado da frente anterior.

Por que isso muda o resultado

Uma porta só não é negociação. É aceitação.

Uma porta só

  • Uma proposta, sem parâmetro de comparação.
  • O produto que aquela instituição tem em estoque.
  • Negociação sem alternativa, portanto sem poder real.
  • Decisão condicionada ao comitê de uma casa só.

A mesa completa

  • Propostas em paralelo, comparáveis lado a lado.
  • Estrutura escolhida pelo caso, não pelo estoque.
  • Poder de negociação, porque existe segunda opção.
  • Escolha explícita entre custo, prazo e garantia.

É a mesma demanda, submetida a mercados diferentes. O cliente decide com o quadro completo à frente, em vez de decidir sobre a única proposta que apareceu.

Como trabalhamos

Três etapas, sem proposta antes da hora

01

R1: diagnóstico

Entender a demanda, a finalidade do recurso, o perfil de garantia disponível e o prazo em que a decisão precisa acontecer.

Saída: leitura preliminar de quais frentes fazem sentido.

02

Análise

Leitura dos documentos e informações fornecidos, checagem de enquadramento e submissão simultânea às frentes viáveis.

Saída: retorno das instituições e fundos consultados.

03

Proposta

Apresentação da operação já modelada, com custo efetivo total, prazo, garantia e comparativo entre as alternativas.

Saída: decisão do cliente com o quadro completo.

Nenhuma proposta é apresentada antes da etapa 2. O que chega ao cliente na etapa 3 já é operação modelada, não sondagem de mercado.

A Vertere em números

Volume que sustenta a leitura de mercado

+R$ 500 miVolume estruturado em operações de crédito
+60Operações concluídas
+26Instituições e fundos na mesa
4 frentesMercados consultados em paralelo para a mesma operação

Quem conduz

Quem analisa o risco e quem negocia a operação

DL

Diego Lipinski

Estruturação de crédito

Onze anos de mercado financeiro, com passagem pelas principais áreas de uma instituição, da análise de crédito ao comercial. Atuou na Cifra, na Ademicon, no BTG e na representação de fundos de crédito privado.

PS

Peterson Santos

Estratégia e relacionamento

Seis anos à frente do marketing comercial de uma operação de mídia de grande escala, entre 2018 e 2024, respondendo por geração de demanda em volume nacional. Hoje conduz empresa própria e responde pelo posicionamento da Vertere.

AD

Arthur Dutra

Mercado imobiliário e construção

Doze anos como empresário na área de projetos da construção civil, com atuação nacional junto às maiores construtoras e incorporadoras do país. Traz para a mesa a leitura de garantia real e de ciclo de obra.

Preparação

O que separar para a etapa de análise

Lista base. O escopo final é ajustado conforme a frente escolhida e o porte da operação.

Empresa

  • Contrato social e últimas alterações
  • Balanço e DRE dos três últimos exercícios
  • Faturamento mensal dos últimos doze meses
  • Relação das dívidas atuais, com instituição, saldo, taxa e prazo
  • Certidões negativas federal, estadual e municipal

Sócios e garantias

  • Identificação e comprovante de endereço dos sócios
  • Declaração de imposto de renda dos dois últimos anos
  • Matrícula atualizada dos imóveis oferecidos em garantia
  • Relação de bens e direitos
  • Extratos de cartas de crédito, quando houver

Dúvidas frequentes

O que costuma ser perguntado na R1

A Vertere é banco ou correspondente de uma instituição só?

Nenhum dos dois. Somos uma casa de estruturação de crédito independente. Trabalhamos com bancos de primeira e segunda linha, fundos de crédito privado e cartas contempladas, e a recomendação segue o resultado do cliente — não o produto que remunera melhor.

Quando vocês informam o prazo da operação?

Depois da análise inicial. Cada estrutura tem uma dinâmica própria: algumas se resolvem de forma direta, outras envolvem comitê, avaliação de garantia e etapas de cartório. Só faz sentido falar em prazo quando já se sabe qual produto atende o caso — antes disso seria um número sem lastro. Na R1 identificamos as frentes viáveis; o cronograma vem junto com a leitura de enquadramento.

Preciso ter imóvel para conseguir crédito?

Não necessariamente. A garantia imobiliária virou a resposta padrão do mercado e funciona em muitos casos, mas nem sempre é a mais barata e quase nunca é a mais rápida. Cartas contempladas e determinadas estruturas de fundo dispensam imóvel ou trabalham com outros ativos.

O custo efetivo total é apresentado antes da assinatura?

Sim, e antes do aceite. O CET entra na mesa desde a primeira proposta, com prazo, garantia e comparativo entre as alternativas. Não há ajuste de condição no momento da assinatura.

Qual a diferença entre carta contemplada com e sem entrada?

Com entrada, parte do valor é desembolsada no início. Isso reduz o montante financiado e leva o custo efetivo total ao menor patamar que trabalhamos — a partir de 0,7% ao mês conforme o caso. Sem entrada, um fundo de crédito privado cobre esse desembolso no lugar do cliente: o caixa fica preservado e o custo efetivo total sobe na proporção dessa cobertura. A escolha entre as duas é, no fundo, quanto caixa faz sentido imobilizar agora.

Cartas contempladas servem para capital de giro?

Servem. O crédito fica disponível para uso e o custo é formado por taxa de administração e fundo de reserva, sem incidência de juros — o que costuma resultar em custo efetivo total inferior ao das linhas tradicionais de balcão.

Vocês atendem fora de Porto Alegre?

Sim. A sede é em Porto Alegre e a atuação é nacional. Toda a etapa de análise e submissão é remota, e as instituições e fundos com que trabalhamos operam em âmbito nacional.

Existe custo para solicitar a análise?

Não. A R1 é uma conversa de diagnóstico, sem compromisso e sem custo. A remuneração da Vertere está na operação estruturada e é apresentada de forma explícita, dentro do custo efetivo total, antes de qualquer aceite.

Próximo passo

Se fizer sentido, o próximo passo é a análise

1

Você conta a demanda, a finalidade do recurso e o prazo em que a decisão precisa acontecer.

2

Nós submetemos a demanda às frentes viáveis, em paralelo.

3

Você recebe propostas comparáveis, com custo efetivo total explícito, e decide com o quadro completo.

A R1 é uma conversa de diagnóstico, sem compromisso e sem custo.

Informe seu nome.
Informe a empresa.
Informe um telefone válido.
Informe um e-mail válido.
Selecione uma opção.
Recebido.

Entraremos em contato para agendar a R1 de diagnóstico.